09/05/13

Os meus amigos

Os amigos, para mim, têm de ser sinceros. Não gosto de gente falsa. 
A partir do momento em que eu descubro que me mentiram, tento saber o porquê da mentira e , depois disso, tento pôr-me no lugar dessa pessoa, para ver se fazia o mesmo  ou não. 
Mas a partir desse dia, não a considero tão amiga como antes, pois não gosto de mentiras. Aliás, acho que ninguém gosta.
No entanto, gosto imenso de me divertir com eles, de ser divertida e de fazer parvoíces com eles, pois amigos que são amigos são verdadeiros e é assim que se quer.
Gosto de sair com eles, de passear, de conversar, mas mais com uns do que com outros. Alguns são mais divertidos para umas coisas e outros são mais divertidos para outras.
Não gosto nada de confusões, nem que gozem com os meus amigos. Nesse aspeto, não gosto nada que o façam ! Se não gozo com ninguém, não gosto que gozem comigo também .

Rute Cortez Nº12 8ºA

07/05/13

Amor de pai e filho

Numa conversa entre pai e filho, o filho diz: 
- Pai, pai, vamos à pesca? 
O pai responde: 
- Não sei, filho. Estou cansado e ainda tenho que ir procurar as canas! 
- Mas, pai, lá por teres 45 anos e usares óculos, não quer dizer que sejas velho! 
- E tu lá por teres 13 anos, seres alto e usares óculos, não quer dizer que sejas novo! 
- Que piada! Mas anda lá, está um belo dia de sol! Está um dia quente e vai ser muito fixe! 
- Está bem, vai lá começar a preparar as coisas enquanto eu me visto. 
 No rio, o filho, muito feliz, diz: 
- Olha, pai, as águas são tão cristalinas que dá para ver os peixes daqui de fora! 
- Pois é! Olha, como eu gosto de ti, disse à mãe que este dia era para nós os dois. No fim de pescarmos, vamos comer um gelado e depois logo se verá! 
- Pois, eu sei que tu gostas muito de mim, se não nunca me tinhas trazido à pesca. Sabes uma coisa, eu também gosto muito de ti! No fim da pescaria, os dois foram comer um gelado e foram passear.
Foi um dia especial para o rapaz.
Texto: Daniel Magalhães, 8ºB

15/03/13

A aventura de Marta


Era uma vez uma menina que tinha muitos problemas, que se chamava Marta. Ela sempre desejara encontrar a sua família, custasse o que custasse. Para os encontrar, já tinha feito de tudo, já tinha percorrido a aldeia, já tinha ido ao palácio…
Os seus pais tinham sido raptados por um inimigo, mas um dia Marta não aguentou mais as saudades e partiu à aventura. Depois de muito andar, ficou perdida na floresta.
 Andou e não encontrou ninguém, até que, num determinado momento, encontrou um amigo e perguntou:
 - Olá, eu sou a Marta.
- Eu sou o António.
- Ando à procura da minha família. Eles foram raptados há algum tempo.
 - Eu vi-os! Estão naquela casa ali ao fundo.
  - Obrigado, António, és o meu anjo da guarda.
 E foi assim que a Marta encontrou a sua família.
Maria Nunes, Nº10, 8º A

Um príncipe


Era uma vez um príncipe que tinha um objetivo preciso: encontrar a sua princesa. No final da sua viagem até ao castelo, viu a princesa que andava à procura: lá estava ela, ao pé de uma árvore, em cima de um cavalo branco!
Para o herói, as coisas estavam a ser fáceis, mas só que o príncipe ficou ferido porque ajudou um senhor que estava ao pé do castelo.
O príncipe e a princesa ficaram bons amigos. A princesa convidou o príncipe para ir ao castelo, para o conhecer
Começaram a conversar quando, de repente, o príncipe diz à princesa que tem que ir para casa, porque estava a ficar tarde. A princesa disse:
 - Não, hoje não vais, só amanhã. Amanhã, se quiseres, podes voltar.
 O príncipe e a princesa começaram a conhecer-se melhor e todos os dias o príncipe ia ver a sua princesa ao castelo.
Texto de Sara Almeida, Nº13, 8º Ano

O amor entre mãe e filhos

Em Itália, à beira-mar, há dois anos e meio, viviam uma filha, um filho e uma mãe muito jovem, bela e trabalhadora que adorava os seus filhos. Certo dia, tiveram uma conversa sobre o amor que cada um sentia.
 A filha, Juliana, tinha 3 anos e tinha dito à mãe que ela era o seu ídolo, o seu troféu, que era a melhor mãe do mundo.
 A mãe, Marisa, muito emocionada, disse:
 - Eu amo-te muito, tu para mim és tudo, és a minha vida! Tu e o teu irmão.
 - Nós também te amamos muito mãe. - disseram os filhos.


Esta mãe e estes filhos eram muito próximos, muito divertidos e alegres. Tudo o que eles pediam, a mãe dava-lhes, era um amor incondicional.
 A mãe adorava mimar os filhos, adorava dar-lhe todo o seu carinho. Era uma mãe muito dedicada muito atenta, cuidadosa e responsável.
 O filho mais velho já andava na escola e tinha feito um cartão, para oferecer à mãe, que dizia o seguinte:
 - És a melhor mãe, és o meu ídolo e eu adoro-te muito.
 A mãe ficou muito emocionada. Esta viagem serviu para que cada um soubesse o amor que cada qual sentia pelos outros.
Texto de Daniela Almeida, Nª3, 8º A


A irmã


Era uma vez um rapaz alto, magro, moreno e com olhos verdes que se chamava Bernardo. Ele tinha praticamente 18 anos e gostava muito da sua irmã, que se chamava Leonor. 
Um dia, Bernardo andava a brincar com a sua irmã no jardim. Ele tinha-lhe dito que precisava de ir à casa de banho e que voltava daí a pouco. Leonor estava tão entretida a brincar que começou a correr atrás de uma borboleta e, mais tarde, perdeu-se. Bernardo, todo contente pela a irmã que tinha, ia ter com ela, mas de repente viu que já não estava no jardim… Bernardo chamou por Leonor, mas ela não lhe respondia… Começou a chorar e a culpar-se, a dizer que era um estúpido e que não devia ter deixado a irmã sozinha. Chegou a casa e contou aos pais o que tinha acontecido. Eles foram logo à polícia, que, no entanto, não conseguiu encontrar nada sobre a menina. Bernardo procurou por ela dia e noite, mas não a encontrou… Decidiu continuar a procurá-la, até que, um dia mais tarde, a encontrou. Estava deitada numa rocha, cheia de frio. Ele ficou todo contente por ter encontrado a irmã! Pegou nela e levou-a para casa. Bernardo, naquele dia, ficou tão assustado mas tão assustado que nuca mais deixou a irmã sozinha.


Texto de Sara Costa, Nº14, 8ºA


14/03/13

O meu orgulho

Conheço uma pessoa corajosa! A sua vida nunca foi fácil mas ela sempre passou por cima de tudo. Ela é a minha MÃE.
Simpática, honesta e lutadora, tem um rosto belo, esbelto. As suas pequenas rugas aparecem, mas a sua beleza nunca desaparece.
Ela é mesmo única! Sofreu muito na sua vida, mas só pensou uma única vez: agarrou os seus quatro filhos e só lhe restou fugir para um lugar onde ninguém a encontrasse. Passámos uma época de afastamento, passaram anos em que ela não me viu, fechada num hospital. Ninguém sabia o que ela estava a sentir! São coisas que não têm palavras para serem descritas.
 Ela foi e será sempre um grande orgulho para mim! Admiro-a bastante pela pessoa que ela foi e é.
Adoro-te Mãe! 
texto de Fátima Silva, nº6, 8ºA

13/03/13

Daniel e Miquelina - uma história de Amor

Era uma vez um jovem e belo caçador chamado Daniel. Era um rapaz musculado e, por isso, era desejado por muitas raparigas da sua aldeia. Mas havia uma especial, chamada Miquelina, que era muito bonita, simpática e muito esperta. Também escrevia poemas, poemas muito bonitos.
Um dia, o jovem foi caçar. Passadas três horas, já tinha caçado quatro javalis e uma dúzia de pombas. Ele era muito bom caçador, mas, como já estava fatigado, parou junto a um carvalho gigantesco. Aí descansou durante duas horas. Passado esse tempo, ouviu uns sons no meio dos arbustos e perguntou:
- Quem está aí?
Ninguém respondeu e ele decidiu ir ver quem era. Encontrou ali a jovem Miquelina a cantar. A jovem, envergonhada por estar diante de um rapaz tão bonito e musculado como o Daniel, tentou esconder-se. O jovem caçador, no entanto, perguntou:
- Que fazeis aqui, neste bosque tão belo?
- Vim impressionar-vos com a minha música, na minha opinião, bela! – Exclamou a jovem Miquelina.
- Bom, vós conseguistes. Vós sois bela e tendes uma simpatia incrível! – Disse ele, elogiando a jovem.
A jovem ficou impressionada pelo elogio e agradeceu. Eles continuaram a falar e conheceram-se melhor.
Passados dois meses, já eram namorados e não viviam um sem o outro.

texto de: Daniel Gaspar, nº3, 8ºB


Um amigo

Um dia, o Mauro, que vivia numa pequena aldeia, teve que ir estudar para uma cidade gigantesca, onde havia vários meninos e meninas.
Quando o Mauro ia para a escola, não se conseguia orientar. Era muita gente e a escola era enorme, ele andava sempre perdido. Até que, um dia, conheceu um rapaz, mais ou menos da sua idade. Perguntou-lhe se sabia onde era o laboratório. O rapaz respondeu-lhe que não sabia, pois também era novo naquela escola. Os meninos sentaram-se e começaram a conversar, à espera que alguém passasse e os ajudasse.
O Mauro apresentou-se e perguntou ao colega como se chamava. Este disse-lhe que era o Daniel. Entretanto, passou uma mulher com uma cara muito simpática que lhes perguntou o que é que eles estavam ali a fazer. Eles responderam que eram novos na escola e não sabiam onde iam ter aulas. A senhora então levou-os para as suas salas de aula. Ao entrar, aperceberam-se que todos se começaram a rir, mas nenhum deles se importou.
Tocou para intervalo e foram os dois brincar com os rapazes da idade deles. Então, a partir desse dia, eles perceberam que se tinha tornado grandes amigos e nunca mais se sentiram sós.

Texto de Beatriz Simão, nº1, 8ºB

Inverno

No inverno, há sempre muita chuva. Nos dias chuvosos há sempre muitas estradas cortadas porque quando há muita chuva, há muito vento e os postes e os pinheiros normalmente caem.
Não gosto do inverno porque fico quase sempre doente, com umas gripes que demoram muito tempo a passar.
Nos dias chuvosos, dá vontade de estar no sofá à lareira a ver televisão, acompanhados por um chá e umas bolachas.
Mas, nesses dias, quando temos que ir à escola, não gosto nada, pois temos que levar guarda-chuva e a escola está sempre molhada, por mais que as funcionárias limpem.
Também temos que ter atenção ao calçado que usamos, pois o piso torna-se escorregadio e podemos cair e magoar-nos. Devemos ainda andar nas estradas com cuidado, por causa dos acidentes.
Quando há muito vento, não gosto de sair de casa, pois torna-se difícil andar na rua e anda tudo pelo ar.
Só gosto do inverno quando há neve, pois neve há poucas vezes por ano e a chuva cai em qualquer altura.
Por todas estas razões é que não gosto lá muito do inverno. Adoro o verão.

Texto de: Diana Antunes, nº5, 8ºB



O Amor

Era uma vez um rapaz chamado Diogo, um lindo rapaz de olhos e cabelos castanhos. Esse rapaz foi levado pelas palavras de uma colega de turma, a Luísa, uma rapariga que pensava que mandava em todos e mais alguns e que tinha o mal dentro dela para deixar toda a gente infeliz na vida.
Diogo tinha namorado uma bela rapariga, tempos antes, chamada Cristina. Toda a gente notava o brilho dos olhos deles, o amor que sentiam um pelo outro.
Mas não eram só eles que estavam felizes, a sua prima Íris nunca tinha estado tão bem com o seu primo, devido a falarem e a partilharem todos os momentos bons um com o outro.
Numa certa manhã de nevoeiro, Luísa fez com que ele gostasse dela e não de Cristina. Cristina seguiu com a vida dela em frente, encontrou um rapaz que a amava. Mas Íris jurou a si mesma que os teria que juntar, pois queria ver o seu primo feliz como antes. Notava-se que os olhos de Diogo não brilhavam, que já não era feliz.
Numa certa noite, Íris disse a Diogo tudo o que sentia e, felizmente, Diogo apercebeu-se a tempo quem era Luísa. Cristina já não era comprometida e, como ainda amava Diogo, ficou com ele e voltaram a namorar. A sua prima Íris ficou muito feliz por ter realizado o que prometera há tempos atrás. Luísa ficou só e infeliz para sempre. Os dois viveram um amor eterno, como antes.
Íris tornou-se novamente irmã de Diogo e não prima, e mostrou a toda a gente que vale a pena lutar pelo amor.



texto e desenho de Inês Miguel, nº11, 8ºB

A grande viagem

Estávamos no alto mar, todos muito contentes e ansiosos, para saber se chagaríamos vivos ou não. “Como será a Índia?”, perguntávamo-nos. Estávamos no cabo da Boa Esperança quando, de repente:
- Olhem! Um monstro! - gritou um marinheiro.
- Nunca vi nada assim! - disse Vasco da Gama.
Das treze caravelas que partiram, já só víamos nove. A de Bartolomeu Dias estava ao nosso lado e a última coisa que o ouvimos dizer foi:
- Quando eu dobrei este cabo, não vi este assombroso monstro!
De repente:
- Ah! Ajudem-nos!- gritavam os marinheiros da caravela de Bartolomeu Dias, que o monstro acabava de engolir.
As oito caravelas que restavam, uniram-se e combateram o terrível Adamastor (nome que Vasco da Gama lhe deu) e, por fim, derrotaram-no.
Quando regressaram da Índia, vinham mais confiantes que nunca, pois, meses antes, tinha derrotado o terrível Adamastor.
texto de Eduarda Pinto,, nº6, 8ºB

O poder do Amor

Era uma vez, uma rapariga chamada Maria. Ela era uma rapariga bonita e humilde que trabalhava numa casa de uma senhora muito rica. Num dia de sol, estava Maria a regar as flores quando viu um rapaz loiro e de olhos azuis. Ele, mal a viu, ficou logo apaixonado. Foi ter com ela.
- Olá. Chamo-me Rafael. - disse ele. – E tu?
- Sou a Maria. – respondeu ela.
- Digo-te uma coisa, és a rapariga mais linda que já vi. – elogiou ele.
- Obrigada. Desculpa, mas tenho de ir trabalhar senão a minha patroa despede-me. – disse a Maria.
- Está bem. Adeus. Gostei muito de te conhecer. – disse ele.
E foi trabalhar.
Rafael era um rapaz rico que morava na casa ao lado da qual trabalhava a rapariga. Todos os dias eles se cruzavam e falavam. Um dia, foram dar um passeio pelo parque e o rapaz disse:
- Sabes, há muito tempo que não me sentia assim.
- Como? – perguntou ela.
- Assim… Tenho uma coisa para te dizer, já há muito tempo. – disse ele.
- Diz. – insistiu ela.
- Estou completamente apaixonado por ti. – disse ele.
Ela ficou sem palavras. De repente, eles beijaram-se.Passados alguns dias, ele levou-a a conhecer os pais. Quando os pais dele souberam que ela era empregada, não a aceitaram e fizeram de tudo para os separar.
Mas não conseguiram. Sem o consentimento dos pais, ele fugiu de casa e levou a Maria. E assim viveram felizes para sempre


Texto de: Inês Alves, nº10, 8ºB

A amizade e o amor

A amizade é um sentimento que se sente por várias pessoas, enquanto que o amor é um sentimento que se sente por uma pessoa.
Na minha opinião, um amigo é aquele que está lá quando necessitamos, quando estamos tristes e precisamos de apoio, é aquele que está presente nos bons e maus momentos. Mas um amigo, ao longo do tempo, pode transformar-se em mais do que isso.
Por outro lado, o amor é um sentimento inexplicável. O amor de namorados, é um amor diferente, em que um depende do outro para se manter feliz.
Quando sentimos amor por alguém, já não conseguimos viver sem esse amor. No entanto, isso um dia pode acabar e, quando acaba, o casal pode continuar com uma amizade ou nunca mais se falar.
Por tudo isto, posso afirmar que ambos são diferentes.


texto de Andreia Almeida, nº2, 8ºB

O perigo do Cabo da Boa Esperança

Durante a viagem para à Índia, enquanto dobravam o Cabo da Boa Esperança, aconteceu algo que já era temido, algo que já tinham ouvido falar nas lendas. Naquele momento, mais que nunca, temiam pelas suas vidas.
Começaram a sentir o barco a abanar e todos perguntavam:
- O que é isto? Mas o que é que está a acontecer?
Ninguém tinha resposta para aquelas perguntas. De repente, apareceram lindas sereias, que tinham uma cauda grande e para cima da cintura, conchas a brilhar que as tapavam. Tinham olhos de tristeza, de falta de carinho e os marinheiros começaram a dizer:
- Mas que sereia tão linda, tão bela!!!!!!
Todos se iludiram pelas sereias. De repente, as sereias ficavam com os olhos todos vermelhos e com dentes aguçados. Um marinheiro começou a gritar e elas ficaram a olhar para ele com os olhos normais:
- Cuidado, isto é tudo uma ilusão! Elas são monstros só nos querem levar para o fundo do mar para morrermos e se alimentarem de vós!!
- Estás maluco! Como é que uma beldade desta é um monstro como tu dizes?- perguntou, sem tirar os olhos da sereia.
Apressadamente, as sereias mudaram a cor dos os olhos e afogaram os homens. Apenas um sobreviveu, aquele que tinha chamado a atenção dos marinheiros.
Esse marinheiro  chegou à Índia e foi para Lisboa contar à grande aventura.  


texto de: Marlene Silva, nº7, 8º B

A viagem

Ao longo da viagem, os nossos marinheiros foram contando anedotas, histórias passadas. Diziam charadas e advinhas. Lembro-me de uma advinha que alguém nos colocou que era assim:
- Porque é que a galinha atravessou a rua?
Respondeu logo o capitão:
- Para ir para o outro lado.
E assim todos se riam. Apesar de não ter piada, eles gostavam disso. 
 TextoA nossa caravela, já muito avançada, tinha uma vela triangulares com a bandeira portuguesa. Mas, apesar de todas estas coisas agradáveis, também havia coisas tristes, como por exemplo, doenças que os nossos marinheiros tinham e caravelas que afundavam contra as rochas da costa de África.
Tivemos de parar em Moçambique, para reabastecer de água potável e deixar os doentes. Depois, seguimos até ao nosso destino, a Índia. Passado um mês, lá estávamos nós na Índia.

Texto de: Francisco Baptista, nº8, 8ºB

12/03/13

A profissão

A escolha de uma profissão é um momento decisivo na vida de qualquer pessoa. Assim sendo, as pessoas devem ter em conta alguns aspectos importantes antes de escolherem uma profissão, como por exemplo, qual é a área em que querem trabalhar durante a vida. Devem igualmente ter em conta se é um trabalho que realmente gostam e se é uma profissão que dê emprego, porque a maioria das pessoas escolhe uma profissão que gosta mas depois acaba por ficar desempregado. Para além disso, temos a questão de saber se é um emprego que ofereça um bom ordenado e tempo para descansar.
Eu também gostaria de ser informático, pois é uma profissão que gosto. Recebemos um bom ordenado e temos tempo para estar com os amigos. No entanto tem um senão: é uma área que está sempre a evoluir, pois a tecnologia evolui a cada minuto, logo um informático nunca está totalmente pronto para o mercado de trabalho.
É por todas estas razões que asa pessoas, antes de escolherem uma profissão, têm de ter em atenção alguns dos aspectos referidos anteriormente.

Texto de Daniel Cortez, nº4, 9ºA




Paraíso debaixo de água

Todos vós, certamente, conheceis a epopeia “Os Lusíadas”, de Luís de Camões. Trata-se de uma obra sobre a viagem à Índia, de Vasco da Gama, um homem corajoso aventureiro, explorador de barba e cabelo grande, com cabelos negros, alto e magro. No entanto, Camões não contou uma parte da história.

Quando Vasco da Gama teve um acidente, foi uma coisa fantástica, pois, ao escorregar e cair do barco, reparou numa variedade enorme de corais, peixes e outros seres vivos lindíssimos. Decidiu, então, que quando voltasse ao barco, iria explorar esse paraíso. Foi o que fez.
No dia seguinte, uma parte dos seus marinheiros, por ordem de Vasco da Gama, saltou para a água, segura por uma corda, para o ajudarem na sua expedição subaquática.
Escreveu numa “agenda” tudo oque tinha visto, para o caso de lhe acontecer alguma coisa durante a viagem.
Quando chegou à Índia, relatou ao Imperador o que tinha observado no mar. Era uma paisagem subaquática realmente bela, tão bela que lhe chamou “Paraíso debaixo de água”. As águas eram claras e límpidas e tudo era maravilhoso.
Para além de herói, Vasco da Gama passou a ser conhecido, na Índia e em Portugal, pelo apelido “Descobridor do Paraíso Subaquático”.



O poema


Num lugar distante, há dois rapazes chamados João e Pedro. Eles gostavam muito de fazer poemas, pois era o seu passatempo favorito e era onde passavam a maior parte do tempo.
Um dia, decidiram fazer um poema, mas desta vez diferente de todos os outros. Assim sendo, decidiram fazê-lo em conjunto.
Os poemas eram muito bons, bem feitos. As palavras rimavam todas umas com as outras e as pessoas que os liam, sentiam a harmonia perfeita que existia em todas as palavras.
Mas nesse dia, como já tinham pensado á algum tempo, fizeram um poema juntos.
O João virou-se para o Pedro e disse:
- Então, Pedro, será que é desta vez que iremos ter sucesso mais de que alguma vez tivemos?
- Sim, claro que vamos! Já que os nossos poemas são únicos e assim desta maneira ainda serão mais – disse Pedro.
- Então vamos lá começar! – disse João.
Com isto lá começaram eles a fazer o grande poema que seria do ponto de vista deles o melhor de todos, o melhor que alguma vez teriam feito!
Durante dois meses escreveram-no e o resultado final foi o que estavam a espera. Extraordinário era o nome indicado para aquele poema, pois quando o estavam a fazer, as ideias pareciam encaixar como peças, onde todas as frases rimavam umas com as outra.
No dia do lançamento estavam os dois nervosos pois aquele dia seria marcante, mas para bem deles correu tudo bem e o poema foi um sucesso por isso, nunca mais pararam de fazer poemas juntos.

Texto de: Rúben Simões, nº14, 9ºA

A leitura

Ler sempre será para mim uma prioridade.
Com a leitura, consigo viajar por mundos desconhecidos, consigo quase “entrar” na ação da história. Com a leitura, aprendo muitas coisas que nunca pensei que existissem.
Desde muito pequeno, sempre gostei muito de ouvir histórias e foi nesse período que surgiu o gosto pelos livros. Apesar de não saber ler, observava as imagens e tentava interpretá-las.
No primeiro ano de escola, quando aprendi as letras, pegava em livros e tentava lê-los, mas só no final do segundo ano comecei a ler bem. A partir daí, passei vários minutos agarrado aos livros e, com o passar do tempo, comecei a gostar cada vez mais de ler, o que se tornou para mim um hábito diário.
Um dia, quando tinha 8 anos, ofereceram-me um livro muito grande e sem desenhos. Eu pensava que todos os livros eram ilustrados e aquele livro, no princípio, foi uma desilusão para mim, mas, depois, comecei a lê-lo e gostei muito. Os meus livros favoritos são os de aventura e ação.
Se ficasse sem um livro, vivia os dias de forma triste, pois, para mim, um livro é um amigo.

Texto de: Ricardo Vicente, nº13,. 9ºA


Campo ou cidade, qual o sítio melhor para se viver?

No meu entender, tanto o campo como a cidade são sítios importantes para a vida das pessoas, mas ambos têm aspetos negativos e aspetos positivos.
O campo é normalmente repleto de vegetação, árvores, animais, tanto selvagens como domesticados, animais de pastorícia. Os níveis de poluição são muito reduzidos. Enquanto que, na cidade, o único sítio onde poderá haver vegetação é nos parques municipais ou públicos, os únicos animais que poderão existir serão os de estimação ou então pássaros. Os níveis de poluição são mais altos na cidade do que no campo  , ou seja há mais probabilidades de uma pessoa apanhar uma doença, ou até mesmo um cancro.
A nível social, as pessoas do campo são mais unidas, enquanto que, na cidade, é quase cada um por si. A nível tecnológico, praticamente todas as pessoas da cidade dominam as novas tecnologias, enquanto que as pessoas do campo têm mais dificuldades em utilizá-las.
A cidade depende muito do campo porque é de lá que vêm produtos que são essenciais para a nossa alimentação. Além disso, se o campo não produzir, as fábricas existentes na cidade também não vão produzir.
Por tudo isto, penso que tanto o campo como a cidade são importantes. 

Texto de: Fábio Carvalho, nº6, 9ºA

Os fortes contrastes da sociedade portuguesa

A sociedade em que vivemos é marcada por fortes contrastes, Por um lado, temos pessoas que vivem na miséria, mas por outro há pessoas que vivem rodeadas de luxo.
Infelizmente, nos dias de hoje, há quem viva na miséria e nem dinheiro têm para comer e, por isso, acabam por “lutar” diariamente pela sua sobrevivência. Para poderem alimentar-se a si próprios e à sua família, procuram todos os dias o seu sustento  em contentores do lixo e muitos esperaram  que os grandes hipermercados e restaurantes fechem para aproveitarem restos de comida que possam consumir. Algumas destas pessoas não têm dinheiro para viver e, por isso, vêem- -se obrigadas a viver nas ruas ou então em construções sem as mínimas condições. Estas pessoas começam por ficar desempregadas e, se não estão, ganham salários extremamente baixos que não lhes permitem pagar as suas contas, no final do mês.
As pessoas que vivem rodeadas de luxo, não têm problemas financeiros, dado que têm dinheiro para tudo e mais alguma coisa. Por isso, têm melhores condições de vida. Estes recebem milhões e milhões de euros por mês e podem pagar uma melhor educação para os seus filhos, em escolas privadas. Também têm meios que lhes permitem ter os melhores cuidados de saúde. Estas pessoas vivem em moradias de luxo e frequentam os melhores restaurantes.
Concluo que se verificam grandes desigualdades na nossa sociedade, pois esta divide-se apenas em duas classes: a dos muito ricos e a dos muito pobres, quase não existindo uma classe média.

Texto de: Ivo Simões, 9º A, nº8 

Contrastes da sociedade portuguesa

Vivemos numa sociedade marcada por fortes contrastes, sobretudo a nível económico. Por um lado, há pessoas que vivem no luxo, por outro temos outras que vivem na miséria.
Hoje em dia, há pessoas que podem adquirir os bens mais caros devido aos seus salários. Estas pessoas podem viver em habitações de luxo com piscina, jardim com mini golfe… Como têm mais dinheiro, podem frequentar diariamente restaurantes luxuosos e têm a possibilidade de ter melhores cuidados médicos, melhores condições na educação e comprar roupa frequentemente.
Por outro lado, há pessoas que vivem com muitas dificuldades a nível económico. Algumas dessas pessoas esperam que encerrem os estabelecimentos que vendem alimentos, para comerem os restos ou produtos que estão fora do prazo de validade. Muitas pessoas que têm poucos estudos sentem muitas dificuldades em arranjar emprego. Há outras que têm emprego, mas recebem muito pouco para se sustentarem.
Por tudo isto, podemos concluir que há muitas pessoas no desemprego que deviam ser ajudadas.

Texto de: Daniela Antunes, 9º Ano, nº5

O Sonho Realizado

Um dia, uma amiga perguntou-me se eu queria inscrever-me numa agência de modelos. Eu não sabia. Ser modelo, sempre foi o meu sonho, pois, quando posso, vejo o “America´s next top model “e adoro desfilar com as minhas amigas.
Cheguei a casa, esperei que os meus pais chegassem para lhes perguntar se podia inscrever-me. Eles concordaram.

Quando cheguei à escola, fui logo dizer à minha amiga que podia inscrever-me.

Quando acabaram as aulas, fomos à agência “Best Top Model” e tentámos inscrever-nos, mas tínhamos um problema, não tínhamos idade. Então, pensámos em tentar novamente quando acabássemos o 9º ano, até era melhor para nós, pois íamos estudar para Coimbra e ficava mais perto.
Acabado o 9ºano, decidimos que era a altura certa. Passados dez dias, chamaram-nos para irmos fazer o casting. Chegámos lá e fizemos um casting para verem se ficávamos selecionadas.
Esperei pelos resultados e, quando chegaram, o meu nome estava na lista e o da minha amiga também. Fiquei muito contente, estava a ser um sonho. O dinheiro que ia ganhar serviria para pagar os meus estudos.
Concluí que a melhor coisa que podemos ter é um emprego de que gostamos e que nos faça feliz.
 

Texto de: Daniela Antunes 9ºAno nº5

Uma pessoa inesquecível

Conheci a pessoa de quem vou falar em 2011, no Grupo Musical Fraternidade Pampilhosense. Comecei a dar-me bem com ele quando me deu aulas de saxofone. Mais tarde, surgiu um teatro onde ele também participou e aí tornámo-nos amigos.
Foi uma das pessoas que me deu conselhos para aplicar na representação da minha personagem. 
Este rapaz também toca saxofone. A maneira como ele se entrega ao instrumento e à música é fantástica, é capaz de exprimir os seus sentimentos  e deixar que nos deixemos levar pela fantasia. Por isso é que lhe chamam Kenny G.
É simpático, sincero, amigo, está sempre ponto a ajudar os outros e faz de tudo para os ver felizes. É engraçado, podemos confiar nele, diz tudo o que tem para dizer , é direto, não é falso, está pronto a ajudar e a maneira como fala com as pessoas não é “bruto”.
O que me impressiona nele é a maneira como é capaz de ser isto tudo, mesmo que algumas pessoas não mereçam. É preciso ter um bom coração como o dele.
Admiro-o muito pela pessoa que é e pelo que faz pelos outros. Ele é o meu ídolo.
Espero que ele seja feliz. Ele merece.
Texto de Patrícia Roque, 9ºA

16/01/13

O jovem pescador

     Era uma vez um rapaz que tinha sido abandonado no mar. Um homem, que era pescador, adoptou-o.
     Passados alguns anos, quando o rapaz já era crescido, o pescador obrigou-o a ir para o mar com ele, mas o jovem tinha medo da água e tinha receio que o pescador o atirasse ao mar. O pescador era muito mau e estava sempre a bater-lhe e a ralhar com ele.
     Uma noite, o jovem saiu de casa, pegou no barco e fugiu. No dia seguinte, o pescador foi à procura do barco, mas não o encontrou.
     O rapaz vagueou durante vários dias pelo mar e acabou por ser recolhido por um barco enorme de pescadores.  O comandante decidiu adoptá-lo e o jovem foi muito feliz durante alguns anos. Um dia, o comandante morreu e o rapaz  ficou com tudo o que era dele. O jovem pescador pegou no barco e foi até à terra onde vivia antes, à procura do pescador que o tinha acolhido uns anos atrás.
     Quando chegou, foi ter com ele e disse-lhe que se tinha tornado num grande pescador, tal como ele desejava. Ao ouvir aquilo, o homem morreu e o jovem foi-se embora e nunca mais ninguém o viu.

Texto de: Beatriz Simão, 8ºB, nº1 

A música entende-me!

   Sempre que vou para a cama, não consigo dormir sem ouvir música.
   Quando estou triste, a música entende-me.  Posso estar muito triste, mas a música ainda é mais triste.
   Às vezes, tudo me deixa triste e a única coisa que me ajuda a melhorar é ouvir música ou desabafar com alguém. 
   Quando tiro negativa num teste, ou quando não atinjo os meus objetivos, fico triste e custa-me contar aos meus pais. Sempre que vou no carro a ouvir música, vou a cantar e olho para a paisagem e para o céu. Olho para os formas das nuvens, penso no rapaz de quem gosto e do tempo em que ele me fazia feliz, penso nos meus problemas e nos meus resultados da escola.
   Por vezes, a música não chega e  tenho que escrever poemas sobre o que me aconteceu naquele dia e sobre o que estou a sentir. Por vezes ligo o computador mas, quando estou num dia mau, não me apetece "aturar" certas pessoas no Facebook.
   Sempre que tenho tempo, toco um pouco de saxofone tenor, pois ando na banda da Pampilhosa da Serra. Cantar, dançar e ouvir música são algumas das coisas que mais gosto de fazer, mas ando quase sempre triste, pois o rapaz de quem gosto magoa-me muito. Para além disso, os resultados que tiro na escola nem sempre me satisfazem e isso também me preocupa.
   Apesar da vida nem sempre me correr bem, também tenho esperanças que um dia consiga ter melhores notas. 
Texto e imagem de: Diana Antunes, 8ºB, nº5

A grande aventura no Vale Grande

Era uma vez a família Silva, que era uma família muito aventureira. Era uma família com 18 tios e com 27 netos e todos se davam muito bem, juntavam-se todos os fins de semana, para conviverem.
No verão, cada um tirava uma semana, para ir passar férias no Vale Grande, todos juntos numa casa enorme, que tinha um pátio grande e bonito.
Durante aquela semana, os netos iam a pé até a barragem de Santa Luzia e os tios iam descobrir mais locais maravilhosos para além dos que já conheciam. À noite, jogavam todos às cartas e outros jogos, mas havia sempre um dia da semana que era reservado a aventuras radicais. No verão anterior, a aventura radical tinha sido subir os penedos do Vale Grande. Puseram as malas as costas com alimentos, água, cordas e todas as coisas necessárias e lá foram eles. Saíram de casa ás 7:00 horas da manha e puseram-se a caminhar até chegar aos penedos. Chegaram aos penedos às 16:00 horas e puseram uma bandeira com um fundo branco, a cor da paz, a dizer «Viva a família Silva, ninguém a consegue derrotar»
Texto de: Marlene Silva, Nº7, 8ºB


Os Marcianos

Era uma vez um explorador espacial que quis ir explorar Marte. 
Durante a sua viagem até Marte, encontrou um robot que o quis atacar. Andaram os dois à luta, até que o astronauta venceu o robot.
Antes de descolar, inseriram-lhe as coordenadas, mas puseram-nas mal.
Então a nave espacial foi dar a volta e passou pela barreira de asteróides. O astronauta tentou desviar-se, mas com estas voltas todas, quando aterrou em Marte, apercebeu-se que estava sem combustível.
Quando pôs o pé em Marte, disse “ Um pequeno passo para o Homem, mas um grande passo para a descoberta dos marcianos”.
O astronauta começou a explorar o solo do planeta e encontrou água. Algum tempo depois, viu um ser verde com oito olhos... e cada vez surgiram mais. Ficou muito assustado, pois nunca tinha visto nada assim. Tentou dizer, por gestos, que vinha em paz, mas, para seu espanto, os extraterrestres sabiam falar a sua língua.
O astronauta deu-se muito bem com os marcianos e vice-versa. Disse-lhes que precisava de combustível para voltar para a casa. Os marcianos disseram-lhe que sabiam fazer um combustível amigo do ambiente.
Então o astronauta encheu o depósito despediu-se dos marcianos e partiu, agora com as coordenadas certas.
A viagem correu bem e o astronauta ficou muito  famoso por ser o primeiro homem a ir a Marte.


Texto e imagem de: Eduarda Pinto, 8ºB, Nº6


A Internet

Na minha opinião, a Internet, por um lado, é boa para conhecermos amigos novos. No entanto, por outro lado, pode também ser perigosa, porque podemos estar a falar com estranhos.
Eu acho que a Internet é boa para jogarmos, falarmos com os nossos amigos da escola , conhecer amigos novos, se eu quiser posso ir ao Google ver como se vai para Coimbra e quantos quilómetros são, posso ir a alguns sites onde possa saber mais sobre algumas disciplinas, pôr coisas que já não queira a vender pelo mesmo preço que as comprei.
Mas também acho que Internet é perigosa porque podemos marcar algum encontro com um ladrão, e isso pode ser muito arriscado. Assim sendo, a Internet pode ser muito perigosa, dependendo do uso que fazemos dela.
Texto de: Hugo Brito, 8ºB, Nº9 

O peixe mágico

Há algum tempo, nos Oceanos, havia um peixe chamado Rafa.
Ele era um peixinho muito especial, pois conseguia fazer aparecer e desaparecer coisas.
Era muito alegre e disse:
- Quero que apareça uma alga muito suculenta!
E, num segundo, apareceu uma alga muito verdinha. Ele comeu-a e, no final, disse:
- Agora quero um parque de diversões para eu brincar!
E, num segundo, apareceu um parque de diversões muito grande, com um carrossel e uma montanha russa.
E disse:
- Meninos e meninas, bem-vindos ao parque de diversões do Oceano Atlântico. Aqui vocês vão divertir-se e rir muito.
Ele queria ser como os outros, para poder ir brincar. Então disse:
- Quero ser como os outros peixes!
E, dito isto, tornou-se como os outros peixes. Brincou durante muito tempo com os outros peixes, mas quando se fartou de brincar, quis voltar a ser o peixe que era. No entanto, não conseguiu, porque os peixes
normais não têm poderes.
Ele assim ficou, triste, e nunca mais brincou nem conviveu com as outras crianças.
Por isso tem cuidado com o que desejas.
Daniel Magalhães
8ºB, nº4

Aldeia ou Cidade

Eu vivo numa aldeia, nas montanhas da Pampilhosa da Serra. É uma aldeia muito bonita, rodeada por montes e montanhas.
Se me dessem a oportunidade de mudar para a cidade, eu não ia, porque na aldeia o ar é puro, há muitos animais e os pássaros voam de um lado para o outro, como se estivessem perdidos à procura de uma nova casa.
Na cidade, andamos sempre com medo de sermos engolidos por um tubo de escape, de sermos roubados ou sermos intoxicados pelas fábricas.
No entanto, temos todos que concluir que nas aldeias não há hospitais, supermercados, lojas e muitas outras coisas, enquanto que nas cidades há tudo o que nós precisamos.
No entanto, podemos concluir que é muito melhor vivermos nas aldeias.


Texto e desenho de: Inês Miguel, Nº11, 8ºB


A música

  A música para mim tem um significado muito importante, esqueço-me de todos os problemas que tenho.
   Tudo começa no meu quarto. Quando chego, pego no computador, ponho a música a tocar e esqueço-me de tudo! Parece que estou no meu paraíso, onde tudo, parece que estou no meu paraíso, onde tudo é fantástico.
   Há músicas que me fazem pensar no passado, em coisas tristes, pessoas que já partiram e que me fazem falta, mas há outras músicas que me divertem muito, que e põem a dançar e ai sim, eu sou muito feliz.
   É fantástico como quando a minha mãe me chama e que eu não oiço nada ou se calhar oiço, mas não me apercebo.
   Tenho músicas que me lembram da minha avó que já faleceu e dos momentos que passámos as duas.
   Quando tenho problemas não há nada melhor que por os phones nos ouvidos e ouvir música, porque é ela quem ouve os meus problemas.

Texto e desenho de: Andreia Almeida, Nº2, 8ºB

O Tesouro

Era uma vez três amigas muito unidas e curiosas: a Joana, a Rita e a Sofia.
Um certo dia, elas foram lanchar a casa do avô da Rita. Ele chamava-se António.
- Olá meninas, como foi o vosso dia? - perguntou o António.
- Foi bom, avô. - respondeu a Rita.
Sentaram-se à mesa e lancharam. Quando acabaram, o avô da Rita começou a contar uma história:
- Sabem meninas, há muito tempo atrás, quando ainda não havia computadores, o meu trisavô participou num concurso contra dez pessoas.
Os primeiros cinco participantes perderam-se na corrida, quatro não souberam responder às perguntas e foram eliminados e, por fim, ficou só o meu trisavô e outro concorrente. O meu trisavô ganhou e o prémio foi um baú com um tesouro. Um dia, assaltaram-lhe a casa, mas ele já tinha escondido o baú.
- E onde é que ele o escondeu? – perguntou a Joana.
- Não sei. Mas acho que ele o escondeu no quintal de sua casa – respondeu o António.
- Então, ele não te contou avô? – perguntou a Rita.
- Não, ele contou ao filho, mas mataram-nos! – disse o avô da Rita.
- Como é que o senhor sabe da história? – perguntou a Sofia.
- Ele escreveu uma carta e eu encontrei-a. – respondeu o António.
De repente, as três amigas começaram a correr até à casa do trisavô do António.
- O que é que pensam que estão a fazer? – perguntou a Rita.
- Eu estou à procura do tesouro. – respondeu a Joana.
- E eu também. – disse a Sofia.
- O tesouro é meu! Pertence à minha família. – protestou a Rita.
- Sim, mas o teu avô contou-nos a história. – disseram a Joana e a Sofia, em coro.
- O tesouro é meu. – gritou a Sofia.
Não, é meu! – gritou a Rita.
E começaram a discutir e a empurrarem-se.
De repente, a Sofia cai num buraco.
- Socorro! Ajudem-me! – gritava a Sofia.
- Estás bem? – perguntou a Rita.
- Não. Acho que torci o pé. – disse a Sofia.
- Espera, eu vou chamar o meu avô. – disse a Rita.
A Rita correu como se não houvesse amanhã.
- Avô, avô a Sofia caiu num buraco. Anda! Despacha-te! – gritava a Rita.
Foram ter com ela. O António salvou a Sofia e disse:
- Meninas, olhem, está ali o baú.
- Abre, Rita. – ordenou a Sofia.
A Rita abriu o baú e mostrou o tesouro.
- E só um papel velho. – disse a Joana.
-Eu sabia, meninas. Disse o avô. – Lê o papel.
O papel dizia que o melhor tesouro era o da amizade e que devíamos valorizar as nossas amigas.
- Mentiste-nos, avô. – disse a Rita.
- Não, eu não disse o que era o tesouro. – disse o avô.
Então, as três meninas abraçaram-se e prometeram que nunca mais iam discutir.
E viveram felizes para sempre!


Texto e imagem de: Inês Alves, nº10, 8ºB